A Juíza Clarice Maria de Andrade, que manteve por 26 dias uma adolescente presa em cela masculina com cerca de 30 homens, na delegacia de polícia de Abaetetuba, foi condenada pelo Conselho Nacional de Justiça por omissão e por ter retroagido um ofício para tentar se inocentar. O relator do processo afirma que a magistrada não tomou nenhuma providência mesmo conhecendo a situação do cárcere.
Os dois fatos são caracterizados como gravíssimos e a pena máxima no âmbito administrativo é apenas a aposentadoria compulsória da magistrada, ou seja, ela comete dois crimes gravíssimos e a sua pena é ser aposentada com um salário gordíssimo.

Nenhum comentário:
Postar um comentário